A Severino, amigo inesquecível.
Adeus Severino, o Pai Eterno te chamou, que privilégio! você já não está mais conosco, mas sua memória jamais será esquecida, tive a honra de ser seu amigo de infância, quase um primo, pois nossos pais (Leonel e Chico Grande e seus amigos Expedito Carnaúba, Luis Carroceiro e Valter) não sendo irmãos biológicos, foram criados no mesmo lar, no lar de Chico Clemente, Dona Tanor, madrinha Birina, esta minha primeira professora.
Você, Severino, cumpriu com sua missão aqui na Terra de forma exemplar, brilhante, imaculada, e sempre pautado nos bons princípios, jamais soube que alguém tenha sido hostilizado por você, muito ao contrário, a alegria, as boas conversações eram marcas personalíssimas em você. Severino era estudioso, um paradigma de Professor, sonhador, sonhava sonhos plausíveis, num desses sonhos “acordou” no judiciário do nosso estado para ocupar o cargo de Oficial de Justiça, o qual exerceu com presteza e dignidade, como convém a um bom agente público.
Lembro-me de que no ano de 1997, quando passava turbulências em meu matrimônio, fui convidado por você para participar de um ECC (Encontro de Casais com Cristo), a partir de então o meu casamento foi definitivamente consolidado, tive a oportunidade, felizmente, em vida, de te agradecer pelo relevante serviço prestado. Valeu Severino, Deus sabe todas as coisas, em sua presciência, Ele já sabia daquele e deste dia, o dia em que ia te chamar para habitar as mansões celestiais. Na plataforma da vida aguardaremos o trem do destino. Continuaremos a viver. Nada acontece sem a soberana vontade de Deus.
Severino, faço suas as palavras do apóstolo Paulo, a saber: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos que amarem a sua vinda” (2Timóteo 4.7,8). O apóstolo Paulo noutra passagem bíblica afirma categoricamente: “Se esperamos em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Coríntios 15:19).
Seu amigo Toinho, madrugada de 29 de maio de 2009.
Adeus Severino, o Pai Eterno te chamou, que privilégio! você já não está mais conosco, mas sua memória jamais será esquecida, tive a honra de ser seu amigo de infância, quase um primo, pois nossos pais (Leonel e Chico Grande e seus amigos Expedito Carnaúba, Luis Carroceiro e Valter) não sendo irmãos biológicos, foram criados no mesmo lar, no lar de Chico Clemente, Dona Tanor, madrinha Birina, esta minha primeira professora.
Você, Severino, cumpriu com sua missão aqui na Terra de forma exemplar, brilhante, imaculada, e sempre pautado nos bons princípios, jamais soube que alguém tenha sido hostilizado por você, muito ao contrário, a alegria, as boas conversações eram marcas personalíssimas em você. Severino era estudioso, um paradigma de Professor, sonhador, sonhava sonhos plausíveis, num desses sonhos “acordou” no judiciário do nosso estado para ocupar o cargo de Oficial de Justiça, o qual exerceu com presteza e dignidade, como convém a um bom agente público.
Lembro-me de que no ano de 1997, quando passava turbulências em meu matrimônio, fui convidado por você para participar de um ECC (Encontro de Casais com Cristo), a partir de então o meu casamento foi definitivamente consolidado, tive a oportunidade, felizmente, em vida, de te agradecer pelo relevante serviço prestado. Valeu Severino, Deus sabe todas as coisas, em sua presciência, Ele já sabia daquele e deste dia, o dia em que ia te chamar para habitar as mansões celestiais. Na plataforma da vida aguardaremos o trem do destino. Continuaremos a viver. Nada acontece sem a soberana vontade de Deus.
Severino, faço suas as palavras do apóstolo Paulo, a saber: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos que amarem a sua vinda” (2Timóteo 4.7,8). O apóstolo Paulo noutra passagem bíblica afirma categoricamente: “Se esperamos em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Coríntios 15:19).
Seu amigo Toinho, madrugada de 29 de maio de 2009.

Severino foi nosso companheiro de trabalho durante dez anos na Escola Estadual Dom João Costa. À época, tinhamos no nosso corpo docente: Lobato, Aldo¹, Severino¹, Lourdes, Raimunda, Socorro Gurgel, Anchieta, Dona Maura, Suzana e eu, Toinho. Nossa diretora era Terezinha.
ResponderExcluir¹In memoriam
Belissimo texto!
ResponderExcluirEle foi um ótimo professor e uma maravilhosa pessoa que concerteza deixará saudades!